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É uma palavra sânscrita, que significa circulo mágico.
É uma representação do universo e tudo que nele há.
Os círculos sugerem o infinito, o único, o ventre, o eterno, o completo, por isso as mandalas estão em toda parte: nos olhos, nas frutas nos ciclones. A mandala no Budismo Tibetano No Tibet, leva-se anos de preparação e treinamento para se ganhar a habilidade e conhecimento apropriado para criar uma mandala. No Busdimo ( mandala) e Hinduismo ( yantra ) são usadas como auxiliares de meditação, que significa a unificação, o retorno, o encontro com o divino. A palavra MANDALA, como escrevemos no ocidente, tem relação com o número HUM na numerologia pitagórica. ( 4+1+5+4+1+3+1=19=10+1= 1 ). O hum, remete ao UNO, a perfeição, à unidade à individualidade, a essência do ser. Tudo se desenvolve de dentro pra fora, como uma fruta que tem dentro de si a semente com o potencial de ser uma arvore. Há dentro de cada ser humano, uma semente com potencial de ser um homem iluminado. Existe também uma tradição de círculos de cura no Ocidente. Um simbolismo poderoso pode ser observado nas pinturas nativas do índio Americano, nas rodas medicinais e escudos de guerra. As rodas medicinais representam o universo, mudanças, vida, morte, nascimento e aprendizagem. |